< Miolo v.3 – Primeira impressão: Vivência RISOGRAPH online >

A Duna Editora <@dunaeditora> em parceria com a Revista Miolo, divulga: PRIMEIRA IMPRESSÃO: VIVÊNCIA RISOGRAPH ONLINE ministrada por léo [Leonardo Vieira]. Entendendo a risografia como um meio de produção para explorar e criar desvios gráficos (im)possível nas artes impressas, como um percurso de criação se dá pelo encontro com o erro, o truque e o acaso, a vivência se propõe a debater, discutir e, sobretudo, despertar dúvidas e curiosidades em torno dos processos (quase artesanais) da impressão risograph. A partir de uma primeira aproximação com a máquina, a técnica e a história, também a partir de um modo de fazer errático, sem formação, mutante e radical, faremos uma imersão em projetos de livros, zines e cartazes, um bate papo online, mas cheio de aproximações possíveis, uma pausa para o café e, por fim, o acompanhamento de uma impressão aovivoonline.

A vivência online é um espaço aberto para nossos leitores, quem se interessa e quem quer fazer aquele amigue se interessar. E mais: é gratuito para quem é padrinhe da MIOLO.

O encontro está marcado para o dia 20 de novembro de 2020, uma sexta-feira, de 9h às 12h, com valor de R$15 (+ taxa de R$2,50 da plataforma Sympla). Link para inscrição na bio.

Fica o convite! Nos encontramos!

A Risograph é uma marca de impressoras criadas no Japão nos anos 80, com o intuito de fazer impressões em baixo custo e em alta quantidade, confluindo entre a impressão mecânica e a digital. O processo de impressão risográfica é extremamente atraente por diversos motivos:

> A impressão pode ser realizada em variadas cores, possibilitando, inclusive, a sobreposição delas;
> As cores são mais vibrantes devido ao seu caráter monocromático, ou seja, a impressão é realizada com uma cor por vez;
> Pelo método de duplicação, a impressão pode apresentar algumas “imperfeições”, o que provoca texturas próprias;
> O seu baixo custo também chama atenção, quando a composição das tintas deriva de óleo de soja ou arroz, havendo, também, a ausência de solventes ou fixadores químicos.

Vem conhecer mais sobre a Risograph na Vivência! Chama todo mundo [emojis] vai ser incrível!

Leonardo Vieira

Ele é ilustrador e diretor de arte. Nascido em Belo Horizonte, cresceu em Citrolândia, Minas Gerais. Artista gráfico e da palavra, estudante de arquitetura e urbanismo pela FAUFBA, pesquisador e leitor aventureiro. Curioso pelo livro como uma possibilidade crítica-política-inventiva e democrática. Impressor e coordenador, junto de Lanussi Pasquali, do estúdio de impressão risograph Riso Ativa.

Léo também coordena e edita, junto com Júpiter91, a margem ; press, que trabalha as possibilidades dos fazeres manuais e da produção gráfica e experimental, questionando o papel formal da arquitetura e das artes plásticas; espaço de criação e experimentação; deslocamentos, subversões e recontextualizações através da palavra, da imagem e das subjetividades do fazer livro.

Publicou, na dobra entre a risografia e a serigrafia como percursos gráficos desviantes, entre 2018 e 2020, “kawó kabiesilé – uma possível história para meu avô joaquim trovão“ (léo 2019); “god’s pocket – metástasis“ (felipe rezende 2019); “pilhagem“ (saulo moreira (org.) 2019); “contos (ainda) desconhecidos“ (léo e jupiter91 2019); “paisagens ensolaradas“ (felipe rezende 2019); “frutas maduras“ (raphael dutra 2019); “mina dágua do meu peito“ (laura castro 2020); “viagem“ (felipe rezende 2020); “reza“ (léo 2020 – no prelo); e outros impressos que tensionam e se aventuram por uma escrita-delírio-não-criativa poética-política, e um fazer errático-curioso-inventivo para pensar e criar livros.